quinta-feira, 14 de julho de 2016

Por que sou adventista?

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Center for the Study of Global Chistianity do Seminário Teológico Gordon Conwell estima que havia 34 mil denominações no 2000, subindo para 45 mil em 2014 e, provavelmente, 55 mil em 2025. Diante de toda essa Babel de vozes, como escolher entre uma delas? Não seria muita arrogância afirmar que a IASD é o cumprimento de uma profecia, em detrimento das outras 44.999?

A resposta passa pelo livro do Apocalipse. No capítulo 11, o apóstolo João nos apresenta a estrutura do Grande Conflito. João afirma que Deus terá um povo que esperará pacientemente pela volta de Jesus, obedecendo Seus mandamentos e mantendo uma relação de fé salvadora com o Messias. Esse povo é portador da mensagem dos três anjos de Apocalipse 14, pregando-a a toda tribo, raça, língua e nação, antes da segunda vinda de Jesus. Para os Adventistas, Deus os levantou com uma missão e um propósito profético. Por isso, como afirma o historiador George Knight, os Adventistas do Sétimo Dia nunca se consideraram apenas como uma denominação a mais. “Desde seu início, o Adventismo considera-se um povo chamado e que possui uma missão profética”.

Isso não significa dizer que o Adventismo detém o monopólio da verdade, nem que as outras denominações não façam parte do Corpo de Cristo. Ao contrário, os adventistas reconhecem todas essas “agências que exaltam o nome de Jesus perante a humanidade como parte do plano divino para a evangelização do mundo”.

O cerne e a natureza do Adventismo se encontram no livro do Apocalipse, na missão de pregar as três mensagens dos três anjos e de guardar os mandamentos de Jesus, enquanto mantêm uma relação de fé com Ele. Foi por isso que Deus levantou um povo e é assim que o Adventismo sempre se viu. Quando essa visão profética e apocalíptica é perdida de vista, o Adventismo perde sua identidade e sua razão de ser.

Bruno Ribeiro é colunista do site Hiperlinkados 

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