sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Empatia

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“Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”, Romanos 8:31.

É do costume geral estarmos desapercebidos do bem-estar do outro, quando a nossa vida anda bem o suficiente. Em outras palavras, se tudo vai bem comigo, pouco costuma importar como está o outro. Pois é, não obstante disto tudo, nos colocamos sempre em primeiro lugar, ainda mais hoje em dia onde o amor próprio anda tão na moda.

E neste momento você pode até pensar: mas eu não sou assim. Será? Esqueça por um segundo onde você está hoje. Esqueça dos bancos confortáveis e o ambiente bem climatizado. Esqueça da boa roupa que está vestindo, do bom café da manhã que tomou e de ter chegado seguro a igreja. Esqueça que está com um teto sobre sua cabeça e da bela mensagem que vai ouvir em instantes. Ou, pensando bem, não esqueça nada disto.

O fato é que estamos, sim, muito confortáveis com nossas situações e, talvez por este motivo, nos esquecemos tanto das outras pessoas. Principalmente aquelas que estão ao nosso redor todos os dias e por quem podemos fazer algo. Não apenas dar um pão (não que isto não seja importante), pois a fome que você mata hoje volta amanhã, mas dar condições suficientes para que o outro possa viver realmente feliz.


Mas como saber o que o outro precisa? Você tem no mínimo duas formas de descobrir. E vou te falar quais são: 1. Perguntar! Sim, perguntar! Pode parecer muito simples e óbvio, mas quantas vezes você procurou perguntar como o outro está ou o que ele gostaria de ter para ser mais feliz?; 2. Se colocar no lugar do outro. Ou seja, exercitar a empatia. Palavra que anda meio em desuso, dada a onda de amor próprio colocada tanto em questão.

“Portanto, quer comais, bebais ou façais QUALQUER OUTRA COISA, faça tudo para honra e glória de Deus”, I Coríntio 10:31.

Emerson Moraes é diretor de Fotografia e membro da IASD Panelas

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