quinta-feira, 21 de setembro de 2017

A indiferença e a incredulidade

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De acordo com o exercer individual do livre arbítrio, somos, em maior ou menor grau, segundo a Sua vontade. Tornaremo-nos Um quando formos completamente segundo a vontade dEle. Sendo assim, as transformações que cada um passa, à medida que conscientemente se deixa ser moldado, ocorrem no sentido de parecer com Cristo, ser um verdadeiro Cristão, e se tornar Um.

O pecado, pelo contrário, leva-nos a afastar a vontade de Deus e nos aproximar de uma vontade geral, no que hoje se costuma chamar de senso comum. Nesse sentido, aproxima-se aquilo que seria uma vontade geral, pensamentos ou atitudes comumente realizadas pelas sociedades.

Basta repararmos a vida de pessoas próximas ou a nossa própria vida para entender que seja pelo afastamento ou pela proximidade da vontade de Deus, as transformações ocorrem na vida de cada um. Essa é uma prova irrefutável da existência de forças superiores que nos conduzem a partir da permissividade individual.

Desse modo, a pergunta pertinente seria: como conseguir ser incrédulo a transformações tão visíveis? Pode-se dizer que a maior parte das pessoas, provavelmente, não se dedica ao menos a pensar sobre o assunto, assim, a incredulidade seria uma consequência da indiferença.

Como, então, superar a incredulidade? A superação da incredulidade ocorre a partir do favorecimento, em Cristo, para que as pessoas se importem à sua própria análise e ao entendimento do próximo, para que, por meio da reflexão, possam se tornar diferentes e não indiferentes. Como consequência desse processo, a diferença, fruto de uma maior consciência, superará a indiferença geradora da incredulidade.

André Pereira é sociólogo e membro da igreja de Ipojuca

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